30 Dias de Oração Pelo Mundo Muçulmano

30 Dias de Oração Pelo Mundo Muçulmano – Dia 24

30 Dias de Oração Pelo Mundo Muçulmano

Todo ano, milhões de muçulmanos em todo o mundo separam um mês para cumprirem um dos 5 pilares do Islamismo, um mês inteiro de jejum, conhecido como Ramadã. Nesses dias, os muçulmanos que seguem esse ritual (cerca de 93% deles) levantam-se antes do nascer do sol para se alimentar, e ficam em jejum completo até após o pôr-do-sol, com um objetivo em mente: entregarem seus corpos ao seu deus, Alá, para se aproximarem dele e terem suas preces atendidas.

Há alguns anos, muitas agências missionárias tem se engajado, durante o Ramadã, a intercederem pelos muçulmanos, para que eles venham a conhecer o Deus verdadeiro, e venham a seguir aquele que chamam de profeta Isa, conhecido por nós como Jesus Cristo. Nosso objetivo não é que eles sofram, mas que venham ter suas vidas transformadas, como cada um de nós.

Este ano, o Projeto Flechas também lança o desafio de 30 dias de oração pelo mundo muçulmano. A cada dia, postaremos um motivo diferente, e desafiamos a cada um de vocês para gastarem alguns minutos orando por tantos perdidos que seguem essa religião que cresce com uma velocidade assustadora no mundo, inclusive no Brasil. Através da oração, podemos demonstrar nosso amor e carinho por cada um deles, demonstrando, assim, o caráter e o amor de Cristo por eles.

24º Dia: Irã

Ore pelo Irã.

O Irã é uma das mais antigas nações do mundo. Anteriormente conhecido como Pérsia e antes ainda como Elam, aparece no Antigo Testamento: Daniel foi conselheiro de diversos reis persas – incluindo Dario e Ciro; Ester foi rainha da Pérsia e Neemias serviu como copeiro do rei. De acordo com o Novo Testamento, entre os primeiros cristãos havia iranianos (partos, medos e elamitas). O cristianismo era forte no Irã e muitos missionários iranianos foram enviados a outros países. Após a chegada do islamismo no século VII, a situação dos cristãos no país piorou bastante.

Com a Revolução Islâmica, em 1979, a situação da Igreja mudou drasticamente, resultando na queda do número de cristãos nas igrejas oficiais, principalmente por causa da emigração para outros países. As igrejas oficiais são proibidas de pregar em farsi, a língua oficial do país, e muitas delas têm as reuniões monitoradas pela polícia secreta. Cristãos ativos sofrem pressão: são interrogados, detidos e, às vezes, presos e agredidos. Pelo menos 60 cristãos estão presos por causa de sua fé.

Os cristãos relatam violência física, ameaças e discriminação por causa de sua fé. Muitos cultos têm sido monitorados pela polícia secreta.

Casos mais críticos envolvem até a execução. Muçulmanos convertidos ao cristianismo são considerados apóstatas e rotineiramente interrogados e espancados. Além da violência exercida pelas autoridades, ex-muçulmanos são também oprimidos pela sociedade. Eles têm dificuldade em encontrar e manter um emprego, pois são demitidos quando se descobre que agora seguem a Cristo. Aqueles que começam um negócio próprio têm problemas em fazer clientela. Para esses cristãos, é muito difícil sustentar suas próprias famílias. Mesmo assim, há notícias de que os filhos de líderes políticos e espirituais estão trocando o islamismo pelo cristianismo.

As igrejas oficiais (registradas no governo) têm cerca de 150 mil membros. A maior parte deles é de origem armênia ortodoxa, mas há também alguns milhares de protestantes e católicos romanos, quase todos de famílias cristãs. É difícil dizer exatamente a quantidade de membros de igrejas clandestinas, mas estima-se que há pelo menos 300 mil cristãos secretos, a maior parte de ex-muçulmanos convertidos.

“Em poucas palavras, há uma tentativa sistemática de privar as igrejas de membresia, literatura, treinamento e desenvolvimento de liderança, comunhão com outros cristãos ao redor do mundo, e o direito à liberdade de religião, garantido por alianças internacionais das quais o Irã é signatário”, diz um profissional que atua na defesa dos direitos humanos no Irã.

(Fonte: Portas Abertas)

  • Ore pelo Irã. Que os iranianos oprimidos pelo governo recebam libertação. Que a nação possa passar por uma revolução, ao ponto de permitir a liberdade religiosa, para que o Cristianismo possa entrar de vez na nação. Que cada iraniano conheça um cristão que compartilhe o amor e a salvação de Cristo.
  • Ore pelas igrejas iranianas. Que os pastores e líderes tenham liberdade de ministrar a Palavra. Que possam pregar às suas ovelhas o Evangelho completo, para que recebam a liberdade e o amor de Cristo. Que sejam livres de perseguição e qualquer tipo de violência.
  • Ore pelo governo iraniano. Que um novo presidente seja eleito, que leis seja feitas para retirar a opressão aos cristãos. Que a comunidade internacional se conscientize da violação aos direitos humanos que há na nação, e faça de tudo para acabar com isso, para retirar os iranianos da opressão em que vivem.

Graça e paz.

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